Indicadores financeiros para Locadoras de veículos (2021)

Entenda melhor a importância dos indicadores financeiros para locadoras neste conteúdo que a preparamos para você!

Para que o negócio tenha sucesso, é preciso manter o controle sobre tudo que acontece.

Nesse caso, os indicadores financeiros funcionam como grandes aliados para manter esse controle das finanças da empresa.

Além disso, os resultados mensurados podem se tornar motivadores de ações que geram resultados cada vez mais objetivos.

Se o objetivo é fazer uma análise profunda e estruturada, que ajuda a entender melhor a realidade da organização, ele é indispensável.

Vamos explicar de maneira simples e objetiva como ele pode ajudar no dia a dia.

Mas se busca algo mais aprofundado, temos um material ideal para você. É só clicar aqui.

O que são indicadores financeiros?

Os indicadores financeiros são métricas úteis para gerar informações financeiras sobre a situação de uma organização.

No caso dos indicadores financeiros para locadoras, servem para demonstrar o quão saudável está o empreendimento.

Margem de distribuição, índices de liquidez, regime de competência, são exemplos de indicadores financeiros.

De fato, esses indicadores têm uma função simples: fornecer informações.

Dizer que um serviço, como o das locadoras, teve uma determinada quantidade de contratos não significa muita coisa sem os indicadores financeiros.

Por isso eles são muito importantes dentro da empresa, para que fique claro tudo que está acontecendo no setor financeiro.

Se o demonstrativo mostra que as vendas resultam em um lucro e liquidez, a empresa está indo bem no mercado.

Por outro lado, se as vendas foram a prazo ou fazem parte de um quadro de inadimplência, o resultado é que a empresa precisa de mudanças.

Os indicadores financeiros permitem que a empresa atinja os seus objetivos estratégicos e realize as mudanças estratégicas necessárias.

Além disso, permite um acompanhamento de determinada situação de maneira mais precisa.

Conheça os principais indicadores financeiros

Para que a compreensão da importância dos indicadores financeiros fique ainda mais clara, vamos citar os principais indicadores.

Eles se tratam de um conjunto de ações que ficam responsáveis por mensurar e apresentar as informações mais importantes relacionadas ao setor financeiro da empresa.

Margem bruta

Um dos principais indicadores de uma empresa é a margem bruta.

Ela mostra quanto a empresa ganha ao vender um produto ou serviço, depois de descontar as despesas de produção.

Para que seja mensurada de maneira correta a margem bruta, deve-se diminuir das vendas o custo direto variável, deduções e multiplicar por 100.

Abaixo, o exemplo de como calcular a margem bruta:

Margem Bruta = (Receita – Deduções – Custos Diretos Variáveis) x 100

Margem líquida

A Margem Líquida indica o que restou do valor das vendas após a dedução das despesas, incluindo os impostos.

Ou seja, ele é o indicador que mostra qual o lucro líquido de cada unidade de produto ou serviço.

Quanto maior for a margem líquida, maior será a sobra que a empresa terá após a venda feita e a dedução de todas as taxas.

Esta margem é calculada dividindo o lucro líquido pela receita líquida, assim como na fórmula abaixo:

Margem Líquida = (Lucro Líquido / Vendas) x 100

Margem ebitda

Esta margem, que por muitos também é conhecida como LAJIDA – Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização.

Logo, a margem ebitda fornece informações sobre o impacto e valor das vendas no caixa da empresa.

Para definir com mais detalhes, é preciso construir um demonstrativo financeiro, mas também pode ser resumida em uma única fórmula:

EBITDA = Lucro Operacional Líquido + Depreciação + Amortização

Custo fixo e custo variável

Os custos fixos demonstram quais são as despesas recorrentes de uma empresa, ou seja, despesas mensais fixas.

A melhor maneira de definir o custo como fixo é se ele não varia muito em relação a produção durante os meses.

Os custos variáveis são aqueles que variam proporcionalmente de acordo com o volume de produção ou atividades executadas.

É importante que o gerente financeiro conheça os custos fixos e variáveis em sua empresa.

Isso é para saber quanto a empresa deve produzir para cobrir esses custos e obter lucro.

Margem de contribuição

Esta margem representa quanto de venda sobre cada produto ou serviço contribuirá para a empresa suprir os custos e despesas fixas.

Conhecer a margem de contribuição é fundamental para monitorar de maneira correta o setor financeiro.

O que as vendas proporcionam é essencial para o planejamento de qualquer empresa.

Em resumo, se a margem de contribuição não for o bastante, a empresa pode estar vendendo muito e mesmo assim tendo prejuízo.

Para que ela seja calculada, é preciso que a empresa tenha os custos separados em variáveis e fixos.

As despesas variáveis são aquelas que não estão relacionadas com o processo de produção, mas aumentam com as vendas, como as comissões.

Abaixo, a fórmula para o cálculo da margem de contribuição:

Margem de Contribuição = Preço de Venda – (Custo Variável + Despesa Variável)

Liquidez recorrente

A liquidez recorrente mostra o valor que a empresa tem que receber a curto prazo, associado ao valor que precisa ser pago.

Ou seja, ela indica as condições que a empresa possui para cumprir as suas obrigações a curto prazo.

Para chegar nesse valor, é preciso dividir o ativo circulante pelo passivo circulante.

Para entender melhor, abaixo você pode conferir o cálculo para chegar no valor da liquidez recorrente:

Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante

A partir deste resultado podemos chegar a três análises diferentes:

  • Maior que 1: mostra que há capital disponível para uma possível liquidação das contas;
  • Igual a 1: as obrigações e direitos a curto prazo são equivalentes;
  • Menor que 1: neste caso, a empresa não tem capital disponível para liquidação de despesas a curto prazo.

Ou seja, após conhecer alguns dos indicadores principais dentro de uma empresa, passa a ficar mais claro como ela funciona.

Por fim, com esses indicadores em mãos é possível melhorar a estratégia do negócio, descobrir fraquezas e pontos fortes.

Com isso, colocar um bom planejamento estratégico em prática fica bem mais fácil, a fim de obter ótimos resultados.

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