Ensinos sobre mobilidade urbana em sala de aula.

Os ensinos na sala de aula sobre mobilidade urbana começaram com a ação da Nova Escola que se uniu com a Fundação Grupo Volkswagen e deu início ao projeto Cidadania em Movimento – Ensinando jovens, formando cidadãos. 

Portanto, a Nova Escola é um negócio social de Educação e a marca mais reconhecida por professores de Educação Básica no Brasil que desenvolvem produtos, serviços e conteúdo em que os professores são valorizados. 

No mês de setembro teve a semana da mobilidade, e a nova escola junto com a fundação grupo Volkswagen colocaram em pauta reflexões sobre empatia, sustentabilidade, coletividade e cidadania. 

Essa iniciativa foi comunicada em uma live no Instagram, propondo levar essa discussão sobre mobilidade urbana para as salas de aula. Tendo como proposito, construir uma sociedade mais sustentável por meio dos seus alunos. 

Dentro dessa ação, foi proposto cursos e box de estudos disponíveis em uma plataforma on-line, que reúne caminhos para trabalhar a mobilidade com os alunos. 

Incentivando ideias de empatia, coletividade e cidadania, todos os matérias são 100% gratuitos. 

Bárbara Castro, coordenadora pedagógica da Nova Escola relata que: 

“Nossa proposta é que os temas sejam levados à sala de aula a partir de metodologias ativas, ou seja, todo aprendizado deve ser centrado no aluno para que ele construa seu próprio saber” 

CIDADANIA EM MOVIMENTO 
 

A iniciativa Cidadania em Movimento – Ensinando jovens, formando cidadãos tem como objetivo apoiar os educadores na formação das crianças e jovens, para que repliquem o conhecimento e construam uma sociedade mais sustentável. É um projeto integralmente virtual, na plataforma da organização. 

Portanto, os conteúdos são voltados para professores e trazem uma abordagem interdisciplinar sobre o tema, relacionando-o com duas competências gerais previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que precisam ser trabalhadas com todos os estudantes: a argumentação e a responsabilidade e cidadania. 

Os professores são apresentados aos conteúdos por meio de metodologias ativas para serem aplicadas em sala de aula, tanto para ensino remoto ou híbrido, sobre temas como: 

  • Mobilidade urbana e sustentabilidade 
  • Inclusão social na mobilidade urbana e o acesso à cidade 
  • Condição de acesso da mulher à mobilidade urbana 
  • Fatores de insegurança na mobilidade urbana: comportamento versus estrutura. 

VEJA ESTRATEGIAS INOVADORAS PARA LEVANTAR DISCUSSÕES SOBRE ESSE ASSUNTO NA SALA DE AULA  

  1. Mapas digitais: Os mapas digitais com GPS, instalados em todos os celulares, estão cada vez mais populares. Eles ajudam na busca de rotas rápidas em tempo real e no trajeto para endereços desconhecidos.  A utilização da ferramenta faz o tempo em trânsito diminuir. 
  1. Acessibilidade: As dificuldades de locomoção pelas cidades são realidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A acessibilidade é o direito que garante acesso igualitário, para que as possam viver de forma independente, se locomover e exercer sua cidadania e de participação social. 
    Para apoiar, o Google Maps possui uma ferramenta que indica rotas acessíveis para determinados trajetos. 
     
  2. Semáforos inteligente: Para apoiar o problema do trânsito das grandes cidades, a implementação de semáforos inteligentes é uma solução. Eles possuem uma tecnologia capaz de detectar o fluxo de veículos, se adaptando à necessidade do momento, aumentando ou diminuindo o tempo de cada sinal de acordo com a demanda. Isso aumenta a fluidez do trânsito. 

Conheça os semáforos inteligentes 

Esse sistema foi desenvolvido por uma indústria paranaense que realiza o monitoramento, planejamento e ajuste semafóricos. Tudo isso sem intervenção humana. 

Portanto, o setor automotivo e o sistema de transporte público foram impactados diretamente pela pandemia do coronavírus. Em análise ao estudo da Globo Insights, podemos observar os dados que apontam uma rejeição ao transporte coletivo devido ao medo de contaminação. 

Atrelado a isso está o aumento do uso do carro e a maior intenção de compra de veículo próprio, segundo a pesquisa citada, é visto como a pandemia afeta aqueles que não tem carro. 

Entenda sobre a tecnologia nacional que contribui para melhorar o trânsito brasileiro

Em primeiro lugar vemos que, o número de pessoas que usava o transporte público passou de (55%) antes da pandemia para (34%) depois do Covid-19. Entretanto, a utilização do metrô foi de (19%) para (13%), enquanto o uso do carro passou de (40%) para (43%). 

Então, prevendo desafios como esses, a Pumatronix desenvolveu em 2019 o VIGIA-VL. Um sistema que busca entender o fluxo das ruas e cidades para usar as informações e fazer um melhor monitoramento e planejamento dos semáforos, a fim de sincronizá-los. 

Dessa forma, essa sincronização contribui para a chamada “onda verde”, pelo qual o motorista consegue completar o percurso sem semáforos fechados, em uma sequência de “verdes”. 

De acordo com a coordenadora de Marketing da Pumatronix, Juliana Panisson, reforça que, com essa solução, os semáforos podem ser programados, conforme horário e fluxo das diferentes vias. 

Em primeiro lugar, a coordenadora ainda reforça que: “Para os grandes centros urbanos que siam se consolidar como cidades inteligentes, um sistema como o VIGIA- VL torna-se um requisito básico.” 

“Além de monitoramento, planejamento e análise do tráfego de veículos por vídeo, o sistema fornece a taxa de ocupação por faixa, prevê filas e o tamanho delas de maneira intrusiva, sem a necessidade do uso de laços indutivos, que seriam mais custosos” – Desta maneira, funcionalidades como essas se integram a controladores de semafóricos. 

Portanto, essas análises são feitas em tempo real, com monitoramento de até 16 faixas por controlador semafórico. É quando existe a falta de sincronismo no sistema semafórico, uma série de problemas podem ocorrer no trânsito. 

Isso pode acontecer tendo início no desgaste do motorista em trânsito lento, tendo desperdício de combustível e aumentando as chances de haver o desrespeito ao sinal vermelho e até o risco de colisões. 

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